POPULAÇÃO RECRIMINA VANDALISMO
O também taxista George Oliveira, 58, disse que apenas gosta do esporte, mas não é fanático ao ponto de cometer absurdos como tomar o campo de forma indevida. “Isso é estupidez, fanatismo. Sabe que vai prejudicar o time e ainda faz. Devia canalizar esse amor todo para outra coisa. São uns idiotas. Vândalos”, ressalta em tom de raiva ao lembrar do ocorrido em 2007 na Fonte Nova, em que sete pessoas morreram na queda de parte da arquibancada. A cambista Luzinete Santana, 56, também não gosta de futebol, mas admite que a atitude é de gente sem princípio. “Se você vai se divertir não vai fazer uma coisa dessas. Isso se chama bagunça. E eu tenho certeza que hoje não vai dar o que preste”, afirmou. A invasão de campo é considerada infração, conforme o artigo 213 (deixar de reprimir e prevenir desordens na área de desporto) do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD). A pena prevista é de multa de R$ 100 a R$ 100 mil para o time.
