MIL E UMA NOITES DE TREVAS

“As pesquisas de opinião viciaram o eleitor brasileiro que acompanha a evolução das campanhas. Tais institutos diferem na maioria das vezes, apresentando índices desencontrados para os candidatos. Prefiro entender como diferenças metodológicas a conceber, como acontecia nos anos 80, quando as pesquisas começaram a tentar contar as histórias das campanhas, mas eram, no entanto, susceptíveis às influências de quem melhor pagasse pelo resultado”.Clique aqui e leia na íntegra o comentário de Samuel Celestino no A Tarde deste domingo (26).
