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SEGUNDO BLOCO DO DEBATE SEM EMOÇÕES NOTÁVEIS

Foto: Max Haack/BN

Tal qual esperado, o segundo bloco do debate da Band não apresentou grandes emoções quando   candidatos escolheram entre si  alvos de perguntas com réplica e tréplica ainda que perguntas incisivas tenham sido feitas, em especial a Jaques Wagner (PT) e a Geddel Vieira Lima (PMDB). O último foi atacado por Marcos Mendes (Psol), que perguntou quanto à responsabilidade dele como ministro da Integração Nacional ao enviar mais de 50% das verbas da pasta para a Bahia e supostamente ignorar situação calamitosa em outros estados, como RJ, SC e AL. Para Geddel, ter “apenas” 50% revelava que seu trabalho foi malfeito, uma vez que mais dinheiro deveria ter vindo para a Bahia. O pessolista acusou o adversário de irresponsabilidade, o que gerou pedido de Geddel para que não fosse usada adjetivação no debate. Já Wagner foi questionado sobre atos que prometera não fazer na campanha passada, como reproduzir redás e concessões de Parcerias Público-Privadas em empreendimentos. O governador revelou que entende que não há como atuar sem o auxílio dos privados para que a população tenha melhores resultados para si e que isto foi um ensinamento do governo Lula. Já Paulo Souto e Geddel criticaram o excesso de publicidade do governo Wagner.

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