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COMÉRCIO ENTRE BRASIL-EUA SE FRAGILIZA POR IRÃ

As divergências entre Brasil e Estados Unidos quanto à questão iraniana começa a ameaçar os laços comerciais bilaterais. Para as autoridades brasileiras, seus esforços, em maio, para mediar um acordo nuclear foi descartado com pouco caso ao status do Brasil como potência emergente. Do lado de lá, Washington se irrita com a interferência em tema que julga uma das maiores ameaças de longo prazo à segurança global. No mercado financeiro, o que mais preocupa investidores é o risco de que o mal-estar dure permaneça e afete negativamente os negócios bilaterais. Já há sinais de retrocesso: Nos EUA, Lobistas em prol do uso de etanol de milho, produzido no país, usam a questão iraniana para reivindicar a manutenção das tarifas à importação do etanol brasileiro.  Está empacado o diálogo pelo acordo de comércio e investimentos (TIFA). Alguns itens correm o risco de serem removidos pelo Congresso de um programa de tarifas preferenciais que, hoje, permite a exportação de US$ 3 bilhões em produtos brasileiros aos EUA. Informações da Folha.

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