LEITOR BIOMÉTRICO NÃO É À PROVA DE FALHAS
Apesar de demonstrar um avanço para o processo eleitoral brasileiro (nota acima), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) destaca que existe, sim, a possibilidade de ocorrerem falhas na identificação do eleitor com o sistema biométrico. Segundo o órgão, as impressões digitais podem ser danificadas de diversas maneiros, como com o uso de produtos químicos ou por problemas de descamação nas mãos. O mesário, no entanto, estará preparado para agir em casos no qual o sistema falhe ou existam dúvidas quanto a identidade do eleitor. Cabe a ele checar as informações no caderno de votação com os dados e foto do eleitor à sua disposição. Caso o eleitor não seja reconhecido nem pelo caderno, ele não poderá votar e precisará justificar a ausência à Justiça Eleitoral.
