MARTINS: NÃO HÁ ‘ILEGALIDADE’ EM FONTE NOVA II
O secretário Carlos Martins acredita que o modelo do PPP adotado para a construção da Arena Fonte Nova foi menos oneroso aos cofres públicos. “Se a obra fosse pública, seria aquilo que já conhecemos. Uma empresa entra na concorrência e joga o preço lá em baixo, e depois vai levando a obra com aditivos”, criticou. Sem citar nomes, o titular da Fazenda respondeu à provocação de Geddel Vieira Lima, candidato ao Governo pelo PMDB, que disse ter “inveja” dos empresários da PPP. “A concorrência foi aberta, mas houve apenas uma concorrente. Se é tão bom assim, por que só um quis?”, afirmou, com o argumento de que, tradicionalmente, estádios de futebol não são um investimento lucrativo no país.
