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VEREADORES RECLAMAM DE COLEGAS CANDIDATOS

Por (Rafael Rodrigues)

Foto: Google

Câmara Municipal enfrenta esvaziamento devido às eleições

Na esvaziada sessão desta quarta-feira (21) na Câmara Municipal, a constatação de que o período eleitoral será um fator determinante para a quase que paralisação dos trabalhos na casa surge dos próprios vereadores. Na casa, desde o mês de maio que a pauta está trancada devido à necessidade da apreciação de 4 vetos do prefeito João Henrique (PMDB). A vereadora Andrea Mendonça (DEM) faz parte do grupo majoritário na casa que não disputará as eleições (22 dos 41 vereadores), mas que não consegue ditar o ritmo dos trabalhos na casa. “Estamos péssimos. Estou com uma pilha de projetos e requerimentos para votar. As sessões ordinárias ao menos deveriam haver. Somos cobrados lá fora”, reclamou. A edil acredita que outro fator que atrapalha o desempenho da Câmara é a falta de entendimento entre os líderes partidários. “Falta respeito com o que é determinado no colégio de líderes”, observou.

Foto: Max Haack/BN

Para a vereadora Marta Rodrigues (PT), a desculpa das eleições para justificar a ausência nas sessões não cola. “A oposição tem candidatos mas está sempre aqui. Tem como compatibilizar”. A vereadora pede à população a observância da atuação dos candidatos que possuem mandato na câmara antes do voto. “Como quer ser deputado se não quer exercer o mandato de vereador? Tem que ter legitimidade para pedir voto”, alfinetou. Estão sobrestando a pauta os vetos ao projeto de reserva de vagas no mercado de trabalho para mulheres sentenciadas, ao que proíbe a venda casada de lanches e brinquedos infantis, ao que obriga o município a disponibilizar cursos de formação de interpretes na língua de sinais e ao que institui a economia solidária.  Todos os vetos deverão ser mantidos, segundo Marta, porque, sem acordo, a oposição necessitaria de 28 vereadores para derrubar os vetos – atualmente a bancada é de apenas 8. Estão para ser votados ainda a Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o de regulamentação do comércio informal, que cria camelódromos na cidade.

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