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MPF E LINO TAMBÉM REAGEM A SCHMIDT

O Ministério Público Federal (MPF) e o conselheiro Pedro Lino, do Tribunal de Contas do Estado (TCE-BA), também receberam como ‘coerção’ a ameaça do chefe de gabinete do governador Jaques Wagner, Fernando Schmidt, que afirmou a disposição do Estado para, caso o julgamento das ações questionadoras do PPP da Fonte Nova mostre que essa opção pelo governo é acertada, ingressar com uma ação por perdas e danos para responsabilizar os autores das mesmas. Nesta segunda-feira (28), o conselheiro Manoel Castro mostrou-se indignado com a postura do Executivo baiano. “Eu, os demais conselheiros e os integrantes dos Ministérios Públicos estamos nos sentindo agredidos . Por isso, vou interpelar o chefe de gabinete criminalmente para que ele diga a quem vai processar“, atacou Pedro Lino, que ainda acrescentou: “O Tribunal quer tentar evitar que gastos absurdos como o que se pretende fazer na demolição e construção da Fonte Nova aconteçam. Proteger o erário de um gasto de R$ 1 bilhão, que poderia ser de apenas R$ 10 milhões“. O MPF, em nota, afirmou que não aceitará coerção. “Na certeza de que um Estado Democrático de Direito não se constrói com base na coerção, direta ou velada. O Ministério Público lamenta as afirmações do chefe do gabinete”. Informações do A Tarde.

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