MINISTROS RESISTEM À CORTE DE GASTOS

Os ministros do Governo Federal responsáveis por pastas que deveriam reduzir despesas, de acordo com o plano de contenção de gastos de R$ 7,5 bilhões nas despesas da União, decidiram ignorar restrições para gastar. "Não haverá cortes", diz o ministro da Educação, Fernando Haddad. Ele foi o mais atingido pelo corte, e teria de reduzir as despesas em R$ 1,3 bilhão. O objetivo era conter o ritmo acelerado de crescimento da economia. Como Haddad, os ministros também não revisaram as metas de programas. O Ministério dos Transportes foi alvo do segundo maior corte da temporada: teve reduzido o limite de gastos em mais de R$ 900 milhões. No entanto, o cronograma das obras em andamento do ministério não será afetado, informou a assessoria. No Ministério da Saúde, os cortes de R$ 344 milhões não deverão prejudicar nenhum programa importante, prevê o ministro José Gomes Temporão. Informações do Estadão.
