AUDIÊNCIA DISCUTE DESTINO DA ORLA MARÍTIMA
Por (Gusmão Neto)

Está a se aproximar o dia em que barraqueiros e moradores soteropolitanos terão, no mínimo, uma luz sobre o destino da sofrida orla marítima. No dia 2 de junho, uma audiência na Justiça Federal reunirá representantes do Ministério Público, dos institutos do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), da Advocacia Geral da União, e da Prefeitura de Salvador, para que, enfim, cheguem a um consenso sobre o andamento das obras. A população, especialmente os trabalhadores que sobrevivem do comércio no local, espera ansiosamente para que as entidades desemperrem a continuidade dos trabalhos e sejam menos burocratas, para que orla da capital seja revitalizada. Na verdade, o governo municipal tem em mãos, ou melhor, já apresentou à Justiça, o projeto de requalificação do espaço, mas mesmo que queira é impedido de executá-lo. Independente da instituição que seja portadora da razão, o que está em jogo é a sobrevivência profissional dos proprietários e trabalhadores das barracas de praia.
