CADEIRANTE PASSA EM 1º LUGAR, MAS NÃO É CHAMADO
O médico veterinário que trabalha na prefeitura de Jales, a 600 quilômetros de São Paulo, João Paulo Fernandes Buosi, passou em primeiro lugar em um concurso, mas não foi chamado por ser cadeirante. O edital de seleção não dizia que ele não poderia participar. Buosi conquistou uma vaga para trabalhar como fiscal do Conselho de Medicina Veterinária (CMV), função que já exerceu no Paraná. Inconformado, decidiu procurar o Ministiério Público Federal. Só quando a Procuradoria da República entrou no caso, o CMV paulista decidiu chamar o candidato para uma perícia médica que vai dizer se ele pode ou não exercer a atividade. O representante do órgão diz que o postulante não foi chamado porque não se enquadrava nos requisitos para o cargo, mas a posição será revista. “A Procuradoria fez a recomendação e o conselho prontamente entendeu da necessidade de rever os seus atos e assumiu os erros administrativos e está chamando o candidato para rever situação”, declara o delegado regional Fernando Buchala. Informações do G1.
