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PROMOTORA DEIXA O CASO DA CHACINA DE CONQUISTA

A promotora de Justiça Genísia Oliveira abandonou a coordenação da força-tarefa do Ministério Público (MP-BA) que investiga a responsabilidade de policiais em 11 homicídios e sumiço de três adolescentes ocorridos no dia 29 de janeiro, no Alto da Conquista, no episódio conhecido como Chacina de Conquista. Em ofício, ela pediu afastamento do caso no mesmo dia em que entra em férias. A justificativa é a de que faria cursos em São Paulo e no exterior. O procurador-geral de Justiça em exercício, José Gomes Brito, já acusou recebimento do pedido, mas ainda não divulgou decisão nem informou quem irá substitui-la. O pedido foi protocolado no último sábado (8). A promotora diz ter sofrido um atentado e que recebia ameaças desde 30 de janeiro, no dia seguinte à chacina. Segundo ela, dois homens em uma motocicleta dispararam contra o veículo de seu marido. Informações do A Tarde. 

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