O TUCANO DE VOLTA AO MURO

Andava até esquecido sobre a relação de paixão entre o tucano e o muro. Coisas da memória. Na era FHC, o muro era um dos ícones da República. O muro voltou como substitutivo, como um sinônimo político para o velho ensinamento do PSD mineiro que pregava aos seus integrantes “não ser contra nem a favor, muito pelo contrário”. Na quinta-feira, José Serra se traiu. No melhor estilo, ressuscitou o ícone do muro ao afirmar, para não se comprometer, que “não se considera nem como oposição nem como situação em relação ao governo”. Leia, na íntegra, a coluna de Samuel Celestino no jornal A Tarde deste domingo.
