ARTIGO
SEPARATISMO INCONSEQUENTE

Antonio S. Magalhães Ribeiro
A campanha em curso para a divisão do Estado da Bahia, com a criação do Estado de São Francisco, tem sido conduzida por motivações muito distintas. De um lado, percebemos as indisfarçáveis ambições políticas de parlamentares que tentam consolidar seu poder político a partir de maior domínio sobre seus redutos eleitorais. Do outro lado, identificamos setores representativos da sociedade civil e lideranças regionais com serviços prestados à democracia e à região Oeste. Estes, bem intencionados, imaginam a conquista de consideráveis progressos econômicos e sociais nesta região, a partir da criação de um novo Estado, ainda que não disponham de estudos técnicos capazes de sinalizar os reais efeitos que poderão advir com a mudança pretendida.
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