TRAVESTIS PODERÃO USAR “NOME DE GUERRA”

Travestis e transexuais baianos poderão ser identificados através do nome “de guerra” na prestação de serviços pela administração estadual, caso seja aprovado uma proposta, que tramita na Assembleia Legislativa, que atende a uma antiga reivindicação do movimento de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). Proposta similar já está em vigor em Salvador. “Se vivemos em um país democrático, é imprescindível que as pessoas tenham liberdade de escolher sua identidade sexual e social. O reconhecimento legal disso não é nada mais que reparar um direito de uma população que já é discriminada e vítima de preconceito muito grande na sociedade”, disse o deputado Valmir Assunção, autor do projeto. De acordo com o diretor-geral da Associação Beco das Cores, Wesley Francisco, caso seja aprovado, o projeto contribuirá amplamente com a inclusão social desse segmento. “Chamá-las pelo nome social dá as a essas pessoas o devido respeito e dignidade que merecem”, defende.
