IMPASSE CONTINUA NA CPI DO METRÔ
Por (Fernanda Dourado)

Líder do governo diz que não há consenso para a composição da CPI
O impasse se arrasta na CPI do metrô. Depois de muita confusão entre oposição e situação, a CPI que foi instalada no dia 7 de abril, corre o risco de não ter a relatoria e a presidência escolhida, nesta quarta-feira (14), como foi acordado na semana passada. A Comissão Parlamentar de Inquérito que investigará as obras do metrô na cidade de Salvador é composta por oito integrantes. A bancada governista ficou com quatro representantes: Paulo Rangel (PT), Álvaro Gomes (PC do B), Paulo Câmera (PDT) e Roberto Muniz (PP); a minoria com dois: João Carlos Bacelar (PTN) e Paulo Azi (DEM); e os independentes dois: Elmar Nascimento(PR) e Arthur Maia (PMDB). Em entrevista ao Bahia Notícias, nesta terça-feira (13) o deputado estadual Waldenor Pereira, líder do Governo, afirmou que fez duas reuniões, depois da sessão ordinária, com integrantes da CPI para tentar um acordo para a escolha da presidência e relatoria, mas revela que não houve consenso. “Estamos reivindicando a presidência e relatoria porque somos maioria. Temos quatro integrantes governistas, a oposição tem dois e os independentes a mesma quantidade dos oposicionistas. Sem acordo prévio para instalação será difícil conseguir realizar a eleição como havíamos informado”, bradou. O deputado Elmar Nascimento (PR), parlamentar oposicionista que teve a iniciativa da instalação da CPI conseguiu 35 assinaturas – 20 do governo e 15 da oposição, diz não abrir mão da relatoria ou presidência. E o impasse continua.
