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MINISTÉRIO A BORGES ABRE DEBATE SOBRE SUPLÊNCIA

Por (Rafael Rodrigues)

A matéria publicada no Correio Brasiliense que aponta possibilidade do senador César Borges (PR) assumir um ministério em 2011, caso a ex-ministra Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência da República, vença a eleição, levanta a discussão sobre o nome a ser indicado para a suplência de Borges. Isso porque, nesta situação, a suplência do senador torna-se deveras atrativa e disputada – caso o ex-carlista consiga se reeleger, e seja confirmada a especulação para que componha a equipe de Dilma, o suplente assumirá o mandato no senado. Ao lado de Alfredo Nascimento, ex-ministro dos Transportes e presidente nacional do PR, Borges é citado com um dos principais interlocutores do partido junto à petista. Como Nascimento é candidato ao Governo do Amazonas, caso eleito, ficará em aberto uma vaga do PR no alto escalão federal. O que pesa contra o senador baiano é o fato de ter pouco tempo de partido, o que lhe faz perder a prioridade na indicação, diante os figurões do partido. Há pouco mais de um mês, se especulou sobre a possibilidade do ex-governador Waldir Pires ser indicado como suplente de Borges, mas Pires rechaçou. O deputado Walter Pinheiro, que faz mistério quanto ao papel que desempenhará nesta eleição, também surge como um nome para a função.

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