Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

WAGNER SOBRE CÉSAR: A PANELINHA NÃO EXISTE MAIS II

De acordo com o governador, as reiteradas críticas feitas pelo PT ao grupo carlista na época em que integrava a oposição acabaram, inclusive a tese da “panelinha”, que seria composta por ACM, Paulo Souto e César Borges. “A panelinha era uma concepção que acabou. Aliás, não foram poucos que sugeriram que a panelinha tinha que mudar de mão e nunca foi essa a minha concepção. Esse é um território livre para investidores que operam na política. Eu não mantenho wagnerismo para substituir o carlismo porque eu não acredito nisso. Essa é uma tese que já acabou e para mim já ficou para trás. Em mais quatro anos, com certeza, ninguém estará mais discutindo quem era, quem foi e deixou de ser. Tem muita gente que foi de lá e saiu. Eu não estou dizendo que não vai ter estranhamento (no PT). Vai ter estranhamento até essa coisa se consolidar. Ainda não se consolidou nem da nossa parte nem da parte do senador César Borges”, destacou.  Ele citou como exemplo o papel do presidente Lula que atraiu forças políticas historicamente de direita para o seu lado. “Quanto mais ele puder aglutinar as forças que apoiam a ministra Dilma nos estados, ele entende que o palanque estadual fica mais forte. Aqui nós já temos um problema porque uma das forças vai fazer um outro palanque (o PMDB). Para mim não está dito que o casamento está feito nem que há proibição para esse casamento. Se eu ficar nessa de que só pode encostar em mim quem a vida inteira me elogiou, é o que eu digo sempre:  os da primeira hora moram no meu coração, mas um projeto político para crescer tem que estar aberto para quem queira vir”, declarou.

Compartilhar