DISCUSSÃO DO PDDU NA ABI II
Foto: Daniel Pinto
O professor de arquitetura da UFBA, Heliodoro Sampaio, apontou o transporte de massa, a questão ambiental e os limites de bordas da cidade como pontos mal conduzidos pela proposta do Executivo. “Me parece que – em certos pontos – a proposta implica num processo esquizofrênico. É preciso diferenciar os interesses da especulação imobiliária e as necessidades vitais da cidade”, alertou. Em seguida, a secretária municipal de Habitação, Ângela Gordilho, afirmou que os princípios do PDDU já estavam definidos, mas que a cidade é dinâmica e a proposta da administração municipal tenta se aproximar o máximo do ideal. “Trata-se de uma missão difícil. Mas, o projeto visa o melhor para a cidade. Não dá para esconder os problemas. O território de Salvador está quase completamente ocupado. A cidade se expande para linha verde, o que diminui significativamente a receita do município. Os espaços para o mercado imobiliário não serão cedidos gratuitamente. Precisamos promover uma reforma urbana”, afirmou.
