GOVERNO DETERMINA E TOGO DEIXA COPA AFRICANA

Adebayor disse que grupo queria homenagear mortos no atentado; seleção tenta voltar depois de luto
Após muitas idas e vindas, os jogadores da seleção togolesa de futebol voltarão mesmo para casa sem participar da Copa das Nações Africanas. O primeiro-ministro do país, Gilbert Houngbo, declarou neste domingo (10) que a equipe deveria deixar a competição e que a entrada dos jogares em campo seria uma “falsa representação” de Togo. Diante da postura do governo, o astro da equipe, Emmanuel Adebayor, atacante do Manchester City, confirmou que o time deisitiria do torneio. De acordo com ele, os atletas queriam jogar em homenagem aos mortos no atentado ao ônibus que levava o grupo a Angola. "Infelizmente o chefe de Estado e as autoridades do país tomaram uma decisão diferente, então vamos fazer as malas e voltar para casa", afirmou. Agora, o ministro dos Esportes, Christophe Tchao, tenta articular com a Confederação Africana de Futebol (CAF) a entrada tardia da seleção no campeonato. No ataque, morreram o assessor de imprensa do time, o auxiliar técnico e o motorista do veículo. Já o goleiro Kodjovi Obilalé, do GSI Pontivy, da França, sofreu uma lesão neurológica e poderá ficar paraplégico. O país terá três dias de luto a partir desta segunda (11).
