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CASO NEYLTON COMPLETA TRÊS ANOS


Tânia e Aglaé são acusadas pela morte de Neylton
 
Nesta quinta, o ex-servidor da Secretaria Municipal da Saúde Neylton Souto da Silveira completa três anos de morte e um mistério ainda sem solução. Encontrado morto nas dependências da pasta, o funcionário teria descoberto um esquema de desvio de verbas que apontou para ex-subsecretária municipal de saúde, Aglaé Amaral Souza, e a ex-consultora técnica Tânia Maria Pimentel Pedroso. Ambas foram apontadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA) como mandantes do crime, mas o processo instaurado concluiu que não havia provas suficientes que comprovassem a culpa de ambas na morte de Neylton. Já os vigilantes Josemar dos Santos e Jair Barbosa da Conceição, supostos executores do servidor, continuam presos no Complexo dos Barris, em Salvador, à espera de julgamento.  

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