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MINISTRA COMENTA CASO RUBEM DÁRIO II

Dando continuidade, Samuel defendeu a posição da desembargadora Rosita Falcão que derrubou a decisão da liminar concedida pelo juiz de primeiro grau, caracterizando o ato como censura prévia o que é proibido pela Constituição. O apresentador ainda disse que antes da decisão da desembargadora a ANJ, ABI e ABI-BA já haviam se manifestado declarando que se tratava de censura ao jornal A Tarde. Calmon aproveitou para esclarecer que não pode haver processos secretos ou sigilosos, a não ser nos casos estabelecidos por lei. “Há uma idéia de que os processos contra desembargadores tenham que tramitar em segredo de Justiça. Isso não existe. Os processos têm de ser públicos e tem de ser levados a público”, disse. Ao avaliar rapidamente o judiciário baiano ela disparou: “Na Bahia, os males são muito mais ligados às gestões defeituosas do que aos focos de corrupção”. O apresentador finalizou observando que a Justiça era tida como uma caixa preta e que agora começa a ser decifrada. A ministra reiterou: “È um novo perfil. Um perfil diferente do que era a carta de 88”. 

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