ENTREVISTA
CÉSAR BORGES
Foto: Orlando Brito
Por Daniel Pinto
A carreira política de César Borges está atrelada de forma permanente à trajetória de Antônio Carlos Magalhães e à ascensão do carlismo. Borges foi deputado estadual por dois mandatos consecutivos e, na época, estreitou relações com o deputado federal Luís Eduardo Magalhães, filho querido de ACM. Logo em seguida, no início da década de 90, foi secretário de Recursos Hídricos, Saneamento e Habitação do governo ACM. Na campanha seguinte, foi eleito vice-governador junto a Paulo Souto o que – sob a insígnia do carlismo – o credenciou para disputar o cargo máximo do Estado, na eleição de 1998, quando foi vitorioso. Em 2002, César Borges foi eleito senador pelo antigo PFL. Talvez ele, por direito, tenha sido o último dos carlistas “puro sangue”. Nesta entrevista, Borges – sempre com um tom conciliador, como lhe é peculiar – avalia o cenário político e o futuro do Democratas após a morte de ACM, faz especulações sobre o destino do carlismo, esclarece a quantas anda a relação com Paulo Souto, revela qual o seu grau de satisfação com a direção regional do DEM e não descarta a possibilidade de mudar de partido. Leitura indispensável!
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