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PRESIDENTE DIZ QUE DISPENSA FOI NECESSÁRIA POR CONTA DO SILÊNCIO DA PREFEITURA E DO ESTADO

Foto: Max Haack/Bahia Notícias


O presidente da Câmara Municipal de Salvador, Alan Sanches (PMDB), sustenta que a dispensa de licitação para contratação de uma empresa de segurança

foi imprescindível porque o governo não deu resposta à solicitação para reforço do efetivo militar que serve ao Legislativo e a secretaria de Serviços Públicos (Sesp) também ignorou o pedido para que a Guarda Municipal protegesse a Câmara. De acordo com o presidente, Fábio Mota (titular da Sesp) havia até exigido um documento oficial que, segundo Alan Sanches, foi produzido e encaminhado para a Prefeitura de Salvador. “Não tive escolha. Não podia deixar as instalações do Poder Legislativo desprotegidas. A contratação emergencial foi feita por R$ 69 mil mensais pelo prazo de até três meses. Mas, já trabalhamos para elaboração do edital. O tempo de três meses foi planejado para que cubra todo o prazo de possíveis recursos e a contratação possa ser feita através do processo licitatório”, afirmou o peemedebista acrescentando que a empresa foi contratada após consulta pelo critério de menor preço.

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