PROPEG II
Desde a década de 1990, a Propeg detinha boa parte das contas do governo estadual nas gestões do PFL. Só para recapitular: em 2006, em meio à sua maior crise, a Ebal gastou R$ 17 milhões em propaganda e patrocínio de blocos carnavalescos em Salvador. O requerimento que convoca Fernando Barros precisa ser votado. A data para o depoimento só será marcada caso haja aprovação da maioria dos membros da CPI da Ebal, o que certamente acontecerá.
