FIM DO CARLISMO
Por (Isabela Nery)
Em sua coluna de hoje, no jornal “A Tarde”, Samuel Celestino discorre sobre o fim do carlismo, comparando-o a outros grupos políticos que prevaleceram, em suas épocas, no Brasil e também na Argentina (peronismo). “O carlismo se impôs pela habilidade do seu chefe, e pela longevidade de ACM no poder – baiano e da República – com extraordinário prestígio. Enraizou-se e se infiltrou em todo o Estado da Bahia. As correntes políticas vinculadas a um líder carismático normalmente têm o seu fim exatamente com eles, embora deixem seguidores. Por quê? Exatamente porque são erigidas à sombra do poder e do carisma de um chefe político e não lastreadas em idéias, ou embasadas em uma filosofia”.
