COORDENADORES ACUSAM APLB DE DIVIDIR CATEGORIA
Por (Evilásio Júnior)
Foto: Reprodução Site APLB
Coordenadores e professores vivem racha na APLB
Um grupo de coordenadores pedagógicos municipais, em contato com o Bahia Notícias, fez várias acusações à APLB Sindicato, entidade que responde pela categoria. De acordo com o protesto do movimento, a instituição promove um “tratamento desigual e desrespeitoso ao Pedagogo(a) Coordenador(a) Pedagógico(a) em relação ao Pedagogo Professor Regente”. Segundo os profissionais, para evitar que os opositores à política aplicada pelo órgão de classe se candidatassem nas últimas eleições, os contracheques foram fraudados, com a retirada da contribuição sindical dos pleiteantes, sem consulta prévia. O regimento interno obriga que o concorrente esteja filiado há pelo menos dois anos. Ainda de acordo com o grupo, coordenadores concursados deixaram de assumir o posto devido à defasagem salarial entre as funções, uma vez que os professores recebem 35% a mais, e para corrigir o déficit, a APLB teria oferecido um reajuste de apenas 5%. “A pauta de reivindicações da Categoria aprovada em bloco durante a Assembléia dificulta o posicionamento discordante por parte da minoria”, afirma os contrários à gestão. Os coordenadores dizem que tentaram evitar que a proposta fosse encaminhada à Câmara de Vereadores e que a presidente da entidade, Elza Melo, teria sido irônica quando questionada, ao proferir que “o que podia fazer já havia feito”, e perguntar se o grupo fazia questão “dessa merreca”.
