FAMILIARES PEDEM INVESTIGAÇÃO DA MORTE DE JANGO
Em ato em homenagem ao ex-presidente João Goulart (1918-1976), familiares e ativistas de direitos humanos cobraram ontem, no centro de Porto Alegre, a abertura dos arquivos da ditadura e uma investigação do Estado brasileiro sobre as circunstâncias de sua morte. Jango foi deposto pelo golpe militar de 1964 e morreu no exílio, em 1976. "Há uma dívida do Estado brasileiro não apenas com a família mas com todos os brasileiros sobre o que aconteceu naquele período", disse Christopher Goulart, neto de Jango, que completaria ontem 91 anos. A família põe em dúvida a versão de que Jango morreu vítima de um ataque cardíaco durante viagem a Buenos Aires.
