NILO SOFREU PRESSÃO POR AUMENTO DE SALÁRIOS
Foto: Max Haack/ Bahia Notícias

Depois que a Assembléia Legislativa da Bahia concedeu reajuste salarial de 5,9% para o governador Jaques Wagner, o vice Edmundo Pereira e para os secretários do Estado, o chefe do Legislativo, deputado Marcelo Nilo (PSDB), disse ao “A Tarde” ter sofrido “uma pressão grande de auditores fiscais e oficiais da Polícia Militar (coronel, major e tenente-coronel) para aumentar o percentual de reajuste do salário do governador, mesmo em tempos de crise financeira e contingenciamento R$ 600 milhões das contas”. A matéria - assinada por Regina Bochicchio e Vítor Rocha - aponta que 294 funcionários do Estado que ganhavam mais do que o governador tinham que devolver a parte excedente aos cofres públicos porque, segundo a Constituição, o teto máximo dos vencimentos é o do primeiro mandatário.
