Fulô de Mandacaru reforça necessidade de reinvenção dos forrozeiros para cativar público mais jovem
Por Bernardo Maia / Eduarda Pinto
Luzes coloridas, misturas de ritmo e show de pirotecnia. Para os amantes de forró das antigas, as práticas podem ser consideradas um tanto incomuns em um show de forró convencional. Já para a banda Fulô de Mandacaru, os recursos são os principais aliados do músico para conectar o público mais jovem aos ritmos tradicionais nordestinos nos festejos de São João.

Foto: André Carvalho
Em entrevista ao Bahia Notícias, Armando Dantas de Barros Filho, o "Armandinho do Acordeon", criticou a resistência dos músicos de forró em utilizar recursos visuais em suas apresentações. "O jovem gosta sim do forró; o artista é quem precisa se conectar ao jovem", afirmou o sanfoneiro.

Foto: André Carvalho
O fundador da Fulô de Mandacaru ainda ressaltou a importância das redes sociais na difusão do gênero para o público mais novo. "A gente precisa gerar conteúdo para o Tik Tok e Instagram, abraçar a tecnologia como método de difusão cultural", disse Armandinho.

Foto: André Carvalho
