Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Bahia

Notícia

Lídice da Mata assume relatoria do projeto “anti red pill” na CCJ da Câmara dos Deputados

Por Redação

Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

A deputada federal Lídice da Mata (PSB) foi indicada para relatar o Projeto de Lei nº 6.075, que propõe medidas para combater a disseminação de violência contra mulheres nas redes sociais associada ao chamado movimento “red pill”. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (19) e agora a parlamentar baiana será responsável pela elaboração do parecer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

 

A indicação foi feita pela deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), autora da proposta. Segundo as parlamentares, o projeto busca enfrentar uma nova forma de violência digital caracterizada pela propagação de discursos de ódio, desinformação e incentivo à agressividade contra mulheres.

 

LEIA TAMBÉM:

 

“Muitas vezes essa violência sai do ambiente virtual para se concretizar na vida real”, afirma a deputada baiana. 

 

De acordo com Lídice, a relatoria será conduzida com prioridade, diante da gravidade do tema. “Não podemos naturalizar esse tipo de discurso que ameaça vidas e tenta silenciar as mulheres”, afirmou. A deputada destacou ainda o compromisso de avançar com a proposta na comissão e levá-la ao plenário para votação.

 

Sâmia Bomfim ressaltou que o projeto pretende atacar a raiz do problema, ao responsabilizar e coibir práticas que estimulam a violência de gênero no ambiente digital. A parlamentar também mencionou o apoio popular à iniciativa, com um abaixo-assinado que já reúne mais de 200 mil assinaturas.

 

O debate ocorre em meio a uma mobilização mais ampla contra a violência de gênero no país, incluindo o lançamento de iniciativas governamentais voltadas ao enfrentamento do feminicídio e à proteção das mulheres.

 

Compartilhar