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Empresa envolvida em acidente que atingiu museu no Centro de Salvador foi alvo de questionamentos do MP-BA em contratação no interior em 2024

Por Redação

Foto: Reprodução / AratuOn

A empresa Ângelo Som e Entretenimento, proprietária do caminhão que perdeu o controle ao descer a ladeira do Largo do Pelourinho, no Centro Histórico de Salvador, na madrugada deste domingo (22), foi citada em 2024 em um caso envolvendo questionamentos do Ministério Público da Bahia (MP-BA) sobre contratações públicas no município de Euclides da Cunha, a 320 km de Salvador.

 

Em setembro de 2024, a Justiça baiana determinou a suspensão da execução de contratos e pagamentos firmados pelo município com a empresa, que prestaria serviços de estrutura, som e iluminação para a festa de aniversário da cidade.

 

A medida atendeu a um pedido do MP-BA. Segundo a promotora de Justiça Laíse de Araújo Carneiro, autora da ação cautelar, já haviam sido gastos mais de R$ 1 milhão com o contrato nº 324/2024, firmado com a empresa para o São João daquele ano, e existia previsão de mais R$ 400 mil em novos ajustes para a realização do aniversário do município e outros festejos tradicionais.

 

 

Ainda conforme a promotora, a licitação teria sido realizada em “desacordo com a Constituição e legislação infraconstitucional”. Ela também citou que um parecer do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Proteção à Moralidade Administrativa (Caopam) apontou indícios de irregularidades no pregão eletrônico voltado ao registro de preços para a realização de eventos e comemorações no município.

 

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