Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias
Você está em:
/
Notícia
/
Geral

Notícia

Ministro Paulo Pimenta defende separação entre comunicação pública e de governo

Por Redação

Foto: José Cruz / Agência Brasil

O ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Paulo Pimenta (PT), visitou as instalações da sede da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) nesta quarta-feira (4), em Brasília, onde voltou a destacar a importância da separação entre comunicação pública e governamental. As informações são da Agência Brasil.

 

“Acho importante a população compreender que a comunicação governamental, que também é [de interesse] público, visa à prestação de serviços e à comunicação institucional dos posicionamentos do país e do governo. Já a comunicação pública, dentro da qual a EBC está [inserida], há objetivos mais específicos”, disse Pimenta.

 

“Mas quando falamos de comunicação pública, também estamos falando da comunicação governamental. Logo, não dá para imaginar que não haverá reflexos quando houver uma mudança [política], quando a população escolher um projeto [político] diferente. O que temos é que preservar [separar] as questões que são de Estado das que são de governo. Evidentemente, cada governo tem focos específicos, aquilo que considera prioritário. Em um regime democrático como o nosso, sempre haverá alguma influência da política”, acrescentou o ministro.

 

Ainda no discurso de posse, nesta terça-feira, Pimenta prometeu trabalhar para que a antiga emissora estatal de televisão, a NBR (que também era gerida pela EBC), e a TV Brasil “voltem a ter papéis específicos”, com a primeira reassumindo o caráter de canal responsável por transmitir atos de governo, e a segunda podendo dedicar-se a exibir uma programação informativa, cultural, artística e científica complementar à mídia comercial.

 

A TV Brasil e a NBR foram fundidas em abril de 2019, no primeiro ano de mandato de Jair Bolsonaro (PL).

Compartilhar