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Coronel fala sobre o processo de escolha de seu nome para a presidência da AL-BA

Por Leonardo Costa

Foto: Anderson Ramos/Bahia Notícias

O senador Angelo Coronel (PSD), em entrevista ao Projeto Prisma, podcast de política do Bahia Notícias, na tarde desta terça-feira (3), falou sobre o processo de escolha de seu nome para a presidência da Assembleia legislativa da Bahia (AL-BA), em 2017, dando fim a um ciclo de cinco mandatos do deputado Marcelo Nilo (Republicanos).

 

“Nós arrumamos o partido para ele (Adolfo Menezes) ser o candidato, mas ele era amigo de Marcelo Nilo e não queria encarar. Aí eu disse: na paz, você entra e na guerra, você deixa comigo. Ele não topou”, disse Coronel.

 

Na ocasião, Coronel concorreu como candidato único, com o apoio da situação e oposição, sendo eleito com 57 votos. Entretanto, segundo ele, quem lançou e defendeu o seu nome foi a bancada de oposição.

 

“Foi uma eleição interessante, porque o governador Rui Costa torcia por Marcelo, mas ACM Neto torcia por mim. A oposição foi quem me lançou. Eu estava viajando, fora do Brasil e quem estava fazendo questão que eu me candidatasse foi Bruno Reis, Paulo Azi, Elmar Nascimento, Leur Lomanto Júnior. Depois que houve a renúncia de Marcelo na tarde da eleição, os outros vieram. Mas na verdade quem promoveu de primeira a minha candidatura foi a oposição ao governo’, acrescentou. 

 

No dia 19 de dezembro de 2022, o presidente da AL-BA, deputado Adolfo Menezes (PSD), também em entrevista ao Projeto Prisma, afirmou que foi um erro Marcelo Nilo ter tentado ser presidente pela 6ª vez no parlamento baiano e relembrou de como foi a escolha do nome de Coronel (reveja). 

 

“O PP me chamou e disse que me apoiava. Eu falei que era difícil para mim, não porque eu não queria ser presidente, mas eu não queria ser contra uma pessoa que todos os dias eu estava ao lado dela. Então o senador Otto Alencar, que é o líder do nosso partido, me ligou para dizer que eu seria o candidato do PSD para a presidência. À época, eu estava no Galeão, no Rio de Janeiro, para pegar um voo para Salvador.  E eu disse a ele que não tinha como ser candidato. Otto fez uma reunião com todos os deputados do PSD e me anunciou como candidato e eu disse que não queria. Foi quando Coronal se colocou como candidato”, falou Adolfo. 

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