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Geraldo Jr. indica que não ocorrerá eleição para presidência da CMS e Muniz assumirá cargo

Por Leonardo Costa / Mauricio Leiro

Foto: Leonardo Costa / Bahia Notícias

Eleito vice-governador, o presidente da Câmara de Vereadores de Salvador, Geraldo Jr. (MDB), indicou que não ocorrerá eleições para o cargo máximo do legislativo municipal. Em conversa com a imprensa, nesta terça-feira (1º), Geraldo Jr. apontou que o atual vice-presidente, Carlos Muniz (PTB), irá assumir a presidência após sua saída. 

 

"Acredito que o STF [Supremo Tribunal Federal] não vai interferir na discricionariedade desta casa, tivemos 36 vereadores que referendaram essa eleição. Se a ação que foi conduzida contra mim, por ter sido por três vezes presidente desta Casa, o objeto caiu, pois me elegi vice-governador. Nós, vereadores, alteramos o regimento interno desta Casa, a unanimidade, assume automaticamente o primeiro vice-presidente, não terá eleição", comentou.

 

Geraldo reforçou que, com sua renúncia ao cargo de vereador para assumir a vice-governadoria, o único espaço para eleição seria da terceira-vice na Câmara. "O segundo-vice passa a vice, e a vacância fica para a terceira vice-presidência. É um direito líquido e certo, pacificado. Vamos esclarecer ao Supremo Tribunal Federal. Já temos um presidente eleito, para tomar posse no dia 2, o vereador Carlos Muniz, primeiro vice-presidente, por ordem de regimento desta Casa", disse. 

 

DISPUTA ENGATILHADA

O líder do governo na Câmara de Vereadores de Salvador, Paulo Magalhães (União) indicou que um novo embate deve ocorrer com o atual presidente da Câmara, o vereador Geraldo Jr. (MDB), por conta da disputa na Câmara (veja mais). 

 

Para o cargo, o grupo governista tem apontado que o vereador Kiki Bispo (União) foi o escolhido pelo prefeito Bruno Reis (União), entre dez edis que colocaram o nome à disposição, para concorrer à vaga de presidente da Câmara Municipal (reveja aqui). 

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