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Justiça pede prisão de jovens que estavam no barco com ambientalista Adolfo Duarte

Por Redação

Foto: Reprodução/Instagram

A prisão de quatro jovens que estavam no barco com o ambientalista Adolfo Duarte, o Ferrugem, de 41 anos, que foi encontrado morto na represa Billings, Zona Sul de São Paulo, no começo deste mês, foi decretada nesta quarta-feira (24) pela Justiça, mesmo com a defesa dos jovens dizendo que prisão é injusta.

 

De acordo com o laudo do Instituto Médico Legal (IML), Ferrugem não morreu afogado, e tinha uma marca no pescoço, morrendo por asfixia mecânica, que pode ter sido causada por um aperto com as mãos ou por um mata-leão.

 

Um perito do IC disse em outro laudo que não houve tranco no barco, como alegaram os quatro jovens. Diante disso, a delegada-assistente Jakelline Nunes, titular do 101º Distrito Policial, pediu a prisão temporária e a Justiça concedeu. Os jovens negam qualquer agressão à vítima e dizem que foi um acidente.

 

Os jovens estão no 101º DP e serão transferidos para carceragens de transição, conforme informou André Nino, advogado que representa os acusados. Ele garantiu que pretende ter acesso ao pedido de prisão e que aguarda a audiência de custódia amanhã.

 

“A nosso ver não há nada que justifique a prisão porque eles não estão atrapalhando as investigações", disse o advogado. 

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