Exames de DNA ajudam polícia a encontrar suspeito de latrocínio
Uma investigação de equipes da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) elucidou a morte do engenheiro Sérgio de Brito Domingos, vítima de latrocínio em setembro de 2015, na Barra.
O suspeito, um homem de 31 anos, foi identificado após o cruzamento de informações contidas em materiais genéticos encontrados na bituca de um cigarro deixado no local do crime. Ele já cumpre pena na Penitenciária Lemos de Brito, em Salvador, pelos crimes de latrocínio e furto.
Os dados do acusado foram inseridos no Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG), após o trabalho de investigação da 14ª Delegacia Territorial (DT) da Barra e de peritos da Coordenação de Genética Forense do Laboratório Central de Polícia Técnica (LCPT).
Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), as equipes de genética forense, responsável por realizar os exames dos materiais coletados e gerenciar o banco de dados, detectou em janeiro deste ano a conexão dos materiais biológicos e apontou o principal suspeito do crime.
Após ser identificado, o homem foi interrogado pela delegada Mariana Ouais, titular da 14ª DT e responsável pelo caso, onde confessou o crime. "Ele não aparentava estar arrependido por ter tirado uma vida, mas sim por que isso agravaria a pena. Durante a conversa ele tentava fugir dos assuntos, mas chegou o momento que ele confessou todo o crime", explicou a titular da delegacia.
O inquérito foi concluído com o indiciamento do presidiário pelo crime de latrocínio.
