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Leite minimiza projeções de 2º turno entre Lula e Bolsonaro: 'O que as pessoas não querem'

Por Vitor Castro / Ailma Teixeira

Foto: Vitor Castro/ Bahia Notícias

Embora as pesquisas eleitorais já publicadas apontem pouco espaço para os candidatos que se colocam como terceira via à polarização formada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, acredita que a alta rejeição dos dois vai favorecer o crescimento de uma candidatura "alternativa". Ele busca ser essa figura e vai disputar as prévias do PSDB a fim de ser o nome do partido na eleição presidencial.

 

"A pesquisa nesse momento, na minha visão, diz menos sobre quem as pessoas querem e mais sobre o que as pessoas não querem. Acho que é mais importante analisarmos a rejeição existente das duas candidaturas aí postas, que mostram o que a população não está querendo, tanto que a rejeição de um turbina a intenção de voto do outro", disse Leite em entrevista à imprensa soteropolitana, na manhã deste sábado. Ele está na cidade articulando apoios para sua campanha interna no PSDB (veja aqui).

 

Se definido como candidato tucano, Leite não deverá traçar uma estratégia de combate aos opositores. "Não esperem de mim uma política contra Lula ou contra Bolsonaro", frisou, ao defender que a política seja feita contra os problemas sociais, a exemplo da miséria e do desemprego, e não contra as pessoas.

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