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Com projeto nacional, DNA de familiares de desaparecidos passará a ser coletado pelo DPT

Foto: Alberto Maraux/ SSP-BA

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) da Bahia vai colaborar com o Projeto da Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. O setor da Polícia Civil vai participar do projeto através da Coordenação de Genética Forense e da Rede Integrada de Perfis Genéticos (RIBPG), com a função de incluir os dados dos familiares no Banco de Perfis Genéticos para posterior confronto com as amostras dos corpos não identificados ou ossadas que deram entrada no Instituto Médico Legal (IML).

 

Fruto de uma iniciativa do Ministério da Justiça, o projeto foi lançado nesta terça-feira (25) em âmbito nacional. A data em questão marca o Dia Internacional da Criança Desaparecida, portanto, a ação pretende alertar a população sobre a gravidade do problema.

 

“A grande vantagem do Banco de Perfis é justamente localizar as famílias dos corpos que nós não temos nenhum indício de identificação”, pontuou Tânia Gesteira, perita criminal de Genética Forense e uma das representantes do DPT no Comitê Gestor do Projeto.

 

Segundo ela, o fato da rede integrar vários estados da Federação significa dizer que se um corpo for encontrado na Bahia e seus parentes realizarem as coletas no Rio de Janeiro, por exemplo, o banco vai apontar a confirmação do parentesco.

 

O cronograma do projeto prevê que as coletas começarão entre os dias 14 e 18 de junho. Na Bahia, as primeiras famílias a terem seu material genético coletado serão as que já são cadastradas na Coordenação de Antropologia Forense. “Nós vamos começar com essas famílias porque elas já possuem registros no nosso sistema e já aguardam informações sobre parentes desaparecidos”, explicou Letícia Sobrinho, Coordenadora de Antropologia e parceira da Coordenação de Genética na coleta das informações e das amostras. O Departamento também irá contar com o apoio da Polícia Federal nesta campanha.

 

Com isso, o diretor à frente do DPT, Edson Reis, disse que o departamento "fica muito feliz" em participar do projeto e ter a oportunidade de "devolver a essas famílias um pouco de paz". Para mais informações, os familiares podem entrar em contato com a Coordenação de Antropologia Forense pelo número (71) 3116-8622.

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