ARTIGO
O SER E O NADA NA INOVAÇÃO

Esther Faingold
“Mais do que nunca, a humanidade precisa, de modo responsável na saga da sobrevivência, subverter os conceitos do processo produtivo. Do mesmo modo que se revolucionaram, ao longo de décadas, as visões sobre meio ambiente, relações trabalhistas, qualidade e tecnologia, a presente civilização depara-se com o desafio de adequar os arquétipos produtivos às duras realidades da escassez de recursos naturais, das assimetrias de renda e desenvolvimento, dos ecossistemas ameaçados e também das oportunidades abertas no âmbito da economia globalizada. (...) Participar como protagonista desse novo momento da economia mundial exige incessante busca de conhecimento. Somente assim é possível dar um profundo mergulho na inovação. A contribuição das empresas deve extrapolar a industrialização, abrangendo, além das solicitações especificas dos clientes e consumidores, propostas mais eficazes para se relacionar com eles e os seus desejos, muitos deles até desconhecidos. Um verdadeiro processo de inovação só acontece se conduzido com paixão e incansável determinação. Deve ser uma ruptura capaz de conseguir tocar no cerne das organizações, nos seus valores e na sua postura frente aos obstáculos e desafios”. Clique aqui e leia na íntegra!
