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Fórum de Sustentabilidade projeta Salvador como polo de expansão imobiliária

Foto: Divulgação

Ressignificar o olhar que se tem de Salvador para enxergá-la como um importante vetor de expansão imobiliária e um novo polo de atração de pessoas, investimento, renda e possibilidades. Foram essas as propostas do XI Fórum de Sustentabilidade – Exportando Salvador, realizado entre os dias 1 e 3 de dezembro pela Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário da Bahia (ADEMI-BA). 

 

O evento virtual teve a presença de palestrantes nacionais e internacionais, como Nizan Guanaes, o maestro Ricardo Castro e o secretário estadual de Turismo, Fausto Franco. 

 

O objetivo do Fórum é transformar Salvador em um grande polo de exportação imobiliária, atraindo novos moradores e investidores. Para tanto, o evento investiu em temas que norteiam além de singularidades do destino, ideias e conceitos atuais do marketing aplicado a localidades, a força da marca Salvador e cases de sucesso de produtos já exportados pela cidade. As palestras ainda podem ser acompanhadas pelo canal da instituição no Youtube. 

 

Para Cláudio Cunha, presidente da Ademi-Ba, A 11ª edição do Fórum de Sustentabilidade é um projeto de grande relevância para a Ademi-BA, para a cidade para o estado. Este é um evento que marca a retomada do crescimento do mercado, influenciada pela mudança de comportamento de todos nós. 
“Esta edição do Fórum de Sustentabilidade Exportando Salvador é uma oportunidade de conhecer ainda mais a nossa cidade através das nossas palestras. Agradeço e convoco os governos municipal e estadual, assim como a todos os setores produtivos locais para que, juntos, continuemos a levar o nosso estado e a nossa capital para todo o Brasil e todo o mundo, mostrando os atrativos que vimos aqui nesses três dias de evento.”

 

Já Nizan Guanaes, ressalta que “Salvador está pronta, depois do trabalho exemplar feito nos âmbitos municipal e estadual. Nossa capital tem tudo para ser um player global. E o advento do home office permite que a gente consiga importar consumidores porque isso é o que nos falta: mercado. Precisamos abrir as portas e pensar como o mundo: fornecedores e pensadores de fora – tem muito que não conseguimos mais ver porque estamos aqui. Precisamos abrir Salvador para ter a visão de exportação, como o Fórum propõe. Exportar imóveis é um caminho para importar renda e, assim, desenvolver a economia.”

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