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Robinson Almeida minimiza importância de apoio de prefeitos para eleição em 2022

Por Bruno Leite, de Feira de Santana / Bruno Luiz

Foto: Bruno Leite / Bahia Notícias

Coordenador da campanha de Zé Neto (PT) em Feira de Santana, o deputado estadual Robinson Almeida (PT) minimizou a influência do apoio de prefeitos na eleição de um governador.

 

Neste domingo, o PT disputa o segundo turno em Vitória da Conquista e Feira de Santana. Com a derrota da sigla em Salvador, que terá o comando de Bruno Reis (DEM) pelos próximos quatro anos, os dois municípios são vistos pelo entorno do governador Rui Costa (PT) como essenciais para a sucessão dele nas eleições de 2022.

 

Integram a base aliada ao petista os dois partidos que mais elegeram prefeitos em primeiro turno na Bahia: PSD (107) e PP (92). Por outro lado, PDT e PL, que antes estavam no grupo de Rui, apoiaram Bruno Reis contra uma candidata do PT na capital baiana, um indicativo de que podem migrar de vez para o bloco liderado por ACM Neto (DEM) na Bahia. 

 

“Cada eleição tem sua própria história. Wagner foi eleito governador em 2006 com apoio de 56 prefeitos. Não é determinante para ganhar eleição o número de prefeitos que apoia uma candidatura. São as questões do momento em que a eleição ocorrerá”, avaliou. 

 

Sobre a eleição em Feira, ele acredita que um desejo de mudança na cidade levará à vitória de Zé Neto. “O grupo que está no poder há 20 anos não consegue mais responder aos anseios da população. Para a cidade, é muito importante oxigenar o comando administrativo. Para o PT, será uma vitória relevante da segunda cidade mais importante do estado, e uma vitrine para todo o interior da Bahia”, afirmou. 

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