“TEREZINHA DE JESUS”
Depois da viagem a Europa, de onde trouxe uma placa honrosa e boas lembranças da Galícia (ver nota abaixo), Samuel Celestino volta sua atenção à política baiana. Hoje, em sua coluna no “A Tarde”, ele faz uma análise da corrida pelo Thomé de Souza a partir da ascensão de Walter Pinheiro (PT). “Houve uma evidente precipitação do candidato do PT, por enquanto no quarto lugar, segundo as pesquisas, ao se comparar com o governador Jaques Wagner, que venceu e chegou ao governo em detrimento dos resultados apresentados pelas pesquisas que revelavam Paulo Souto sempre à frente. O erro de Pinheiro está em precipitar a comparação na medida em que ele aparece em processo de ascensão e embolado no segundo lugar com João Henrique e Imbassahy”. No início da campanha, o governador Jaques Wagner tinha abraçado três candidaturas, fato que, segundo Celestino, foi inviabilizado. “Wagner então disse, contendo os seus partidários, algo semelhante a ter namorado com duas candidaturas, mas casará com a terceira. É como canta a velha ciranda: ‘Terezinha de Jesus, que de uma queda foi ao chão, acudiram três cavaleiros, mas foi ao terceiro e deu a mão’. A noiva é Pinheiro, ou noivo, sei lá...”.
