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Prefeitura de Salvador inicia ordenamento de food trucks no Imbuí

Foto: Jefferson Peixoto/Secom

Alvo de constantes reclamações de moradores do Imbuí, em Salvador, a Praça Nossa Senhora Aparecida começou nesta segunda-feira (21) a passar por um processo de ordenamento promovido pela prefeitura.

 

A operação conjunta realizada por Secretaria Municipal de ordem Pública (Semop), Vigilância Sanitária de Salvador e a Superintendência de Trânsito (Transalvador) ocorre para reduzir o número de food trucks, atendendo a uma demanda local. Além disso, haverá a implantação da zona azul nas proximidades da praça.

 

“Há alguns anos, havia 13 food trucks na praça. Esse número foi crescendo de forma desordenada nos últimos dois anos. Moradores do Imbuí, principalmente do Conjunto Marback, faziam reclamações constantes sobre a atuação deles. A praça chegou a ter 49 food trucks, um número muito excessivo. Isso estava gerando conflitos e problemas de trânsito e mobilidade. Diante disso, resolvemos estabelecer limites”, afirma Marcus Passos, titular da Semop.

 

Passos participou na última quinta-feira (17) de uma reunião com donos de food trucks e sinalizou que mudanças precisariam ser feitas.

 

A ideia, segundo ele, não é tirar todos os empreendimentos do local, mas sim deixar que 19 deles, os mais antigos, continuem atuando na região e de forma regularizada e ordenada. Já a Transalvador está atendendo a um pedido de moradores e comerciantes, que é o de regulamentar uma zona azul na Rua das Gaivotas, em um dos lados da praça.

 

“Aqueles comerciantes que não puderem ficar lá terão a oportunidade de escolher outro local para atuar, desde que se regularizem junto aos órgãos competentes, de acordo com a Portaria 12/2020 e o Decreto nº 26.849 de 2015, que dispõe sobre a comercialização de alimentos em vias públicas por food trucks e outros equipamentos”, completou o secretário.

 

Passos argumentou que as modificações acontecem porque é necessário que a área também é residencial. “O bairro terá uma harmonia agora com food trucks legalizados perante o município, a Semop e os órgãos competentes, dando mais uma opção de lazer para os moradores da região. Os demais vão sair por uma questão de ordenamento e de organização do tráfego local, tendo a possibilidade de atuação em outro ponto da cidade”, finalizou.

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