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Maia diz que refis é 'instrumento ruim', mas que Brasil terá última edição no pós-pandemia

Por Lucas Arraz

Foto: Reprodução / Agência Brasil

Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) classificou o programa de refinanciamento do governo federal, o refis, com um instrumento ruim, mas necessário para o pós-pandemia no Brasil.

 

"Refis sempre gera uma sinalização que as pessoas podem deixar de contribuir e renegociar as dívidas mais tarde. Agora todo mundo sabe que será uma solução necessária para aqueles que não tiveram condições de pagar os impostos durante a crise”, analisou Maia em coletiva nesta quinta-feira (4). 

 

A discussão sobre o refis será feita julho, ao lado do debate da reforma tributária. Segundo Maia, a intenção é que este seja o último refis e novas alternativas ao programa sejam dadas pelas mudanças na carga de tributos. 

 

O refis surgiu como uma grande aposta do governo para gerar receitas e descongelar despesas. Com o tempo, o programa de refinanciamento passou a gerar embates por aqueles que defendem a iniciativa e aqueles que acusam o instrumento de ser recorrente e uma alternativa para o não pagamento de impostos em dia.

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