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Governo estuda recriação da pasta do Trabalho; oferta será feita ao PTB de Roberto Jefferson

Foto: Reprodução/EBC

O governo Bolsonaro foi convencido pela ala militar de que uma reforma ministerial é necessária neste momento de relação frágil entre governo e Congresso. A informações são do jornalista Tales Faria, do portal Uol. A estratégia defendida pelos generais que cercam o presidente Jair Bolsonaro é vista como a única maneira de melhorar o relacionamento com o Congresso.

 

Diante disso, o presidente já fez um aceno aos partidos de que o Planalto quer participar da sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) como presidente da Câmara, de acordo com o site. Outro ponto a ser adotado é o esvaziamento da pasta da Economia, do ministro Paulo Guedes. Segundo o Uol, a política recessiva do economista não é bem vista pelos militares e há algum tempo já não vinha dando certo.

 

O "Plano Marshal" é apontado como o primeiro passo na economia. O plano terá forte influência do ministro-chefe da Casa Civil, general Braga Neto, e do Ministério da Infraestrutura, Tarcisio Gomes de Freitas.

 

O site ainda diz que a ideia seguinte é esvaziar a pasta de Guedes de outras atribuições, inclusive com a divisão de seu Ministério. Há duas ideias em jogo.

 

Uma das possibilidades consideradas é de que o Ministério do Trabalho seja recriado. O comando da pasta será oferecido ao PTB, presidido por Roberto Jefferson (RJ). O ex-deputado foi cassado e condenado no processo do mensalão, com pena reduzida por colaboração premiada ao delatar o esquema. Quando líder do partido na Câmara, teve entre seus liderados o então deputado Jair Bolsonaro, com quem estabeleceu uma relação amigável.

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