Novo faz obstrução à PEC do 'orçamento de guerra' após emendas serem rejeitadas
O Partido Novo decidiu fazer oposição à PEC do "orçamento de guerra" depois que duas emendas do partido foram rejeitadas.
A primeira cortava em até 50% salários de servidores públicos, enquanto a outra transferia o dinheiro do fundo de campanhas eleitorais para o combate ao coronavírus.
"O rito regimental não foi cumprido para a nossa emenda", criticou o líder do partido, deputado Paulo Gaime (RJ). Ele queria que os textos fossem votados.
Para o deputado Paulo Pimenta (PT-RS), a emenda que propõe o corte de salários tem o objetivo de punir a classe trabalhadora. "Querem cortar salário de quem ganha R$ 6 mil, mas não taxam as grandes fortunas", criticou.
"Não podemos fazer demagogia ou guerra política no momento, alimentar posições de desprezo pelo serviço público", acrescentou o deputado Orlando Silva (PCdoB).
