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Sírio-Libanês e Einstein já afastaram 452 profissionais infectados por coronavírus

Foto: Reprodução

Juntos, os dois maiores hospitais brasileiros, o Sírio-Libanês e o Israelita Albert Einstein, no estado de São Paulo, já afastaram 452 juntos profissionais da área de saúde desde o início da propagação do coronavírus no Brasil. São Paulo é o estado brasileiro com maior número de casos da Covid-19, com 1517 confirmações e 113 mortes. 

 

Em nota divulgada nessa segunda-feira (30), o Einstein informou que "348 dos 15 mil colaboradores (2%) foram diagnosticados com a doença, e 13 estão internados". De acordo com o hospital, "169 (1%) são da assistência (profissionais com formação em saúde, como médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem) e 47 já retornaram ao trabalho", diz a CNN Brasil.

 

Já o Sírio-Libanês detalhou que entre os 104 funcionários contaminados que foram afastados, há médicos, enfermeiros, membros da equipe de limpeza e auxiliares administrativos. 

 

Uma pesquisa do Sindicato dos Servidores de São Paulo aponta ainda que, entre 1 e 28 de março houve 1.080 afastamentos na rede pública por suspeita de contaminação. A direção da entidade representativa alerta para a gravidade da situação e também para a escassez de materiais de trabalho, como macacão, gorros, máscaras, álcool em gel.

 

A falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) tem sido uma reclamação dos profissionais de saúde em todo o país, tanto na rede pública quanto privada. Nesta segunda-feira, o governo informou que iniciará a distribuição dos equipamentos para as 27 capitais e outras 47 localidades. 

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