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Por 'questões humanitárias', Bretas concede prisão domiciliar para Dario Messer

Foto: Divulgação

O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, decidiu nesta quinta-feira (26) por substituir a prisão preventiva de Dario Messer, o “doleiro dos doleiros”, pela prisão domiciliar por “questão humanitária e de saúde pública”.

 

Apesar da decisão, Messer vai continuar, no momento, preso em Bangu 8, na Zona Oeste do Rio. No momento, existe outro mandado de prisão preventiva no processo da Operação Marakata, que tramita na 2ª Vara Federal Criminal do Rio.

 

Marcelo Bretas atendeu a um pedido da defesa, que alegou os 61 anos de idade de Messer e a sua hipertensão, o que o coloca no grupo de risco para contrair o novo coronavírus.

 

“Desse modo, diante do novo contexto e da decisão do STF, que instou esse Juízo a se debruçar novamente sobre o caso, verifico ser plausível a substituição da prisão preventiva pela prisão domiciliar por uma questão humanitária e de saúde pública”, escreveu Bretas.

 

Além de colocar Messer temporariamente em prisão domiciliar em tempo integral, Bretas o proibiu de manter contato com outros membros da organização criminosa supostamente chefiada por ele.

 

Dario Messes foi preso em  julho do ano passado na Operação Patrón, no apartamento de sua namorada, Myra Athayde, em São Paulo. Ele estava foragido desde o início da operação Câmbio Desligo, desdobramento da Lava Jato no Rio de Janeiro. Investigadores apontam que uma rede chefiada por Messer movimentou US$ 1,6 bilhão em 52 países.

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