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Livia Andrade agradece por 'encurraladas' de Silvio e fala sobre Dias: 'Não há insubstituíveis'

Por Ian Meneses / Rebeca Menezes

Foto: André Carvalho / Ag Haack / Bahia Notícias

Lívia Andrade falou sobre a importância de Silvio Santos para a sua carreira na madrugada desta quarta-feira (26), em entrevista no Camarote Salvador. Segundo a apresentadora, foi o dono do SBT que a ensinou a ter facilidade para se comunicar.

 

"Graças às ecurraladas que ele me dá. Ele coloca a gente às vezes em saia justa, mas é importante pra gente saber se sair dessas situações, não se constranger, saber falar, bater de frente. Ele me deu essa oportunidade e me fez ser essa pessoa e essa artista que eu sou hoje", explicou.

 

À frente do "Fofocalizando", Livia ainda comentou que ficou triste com a saída de Leo Dias, com quem "viveu momentos muito bons", apesar de torcer pra que ele tenha sucesso nos novos caminhos que escolheu. Ainda assim, ela reforçou que o programa não foi afetado pela saída do colunista.


"O programa caminha independente de quem esteja ali. Os apresentadores não mudam o andamento do programa. Eu posso sair e tenho certeza de que vai continuar. Nós, artistas, não somos insubstituíveis. O glamour às vezes acaba tirando o nosso pé do chão. E a gente tem que colocar o pé no chão e saber que somos peças substituíveis sim. Todos são especiais, têm os seus talentos, mas a cada dia surgem pessoas mais talentosas, mais bonitas, mais espertas, mais inteligentes... Então a gente tem que saber se colocar no nosso lugar, ser profissional, fazer o nosso bem feito, com satisfação, com vontade, pra que o nosso lugar esteja ali garantido com o público e com a equipe também".


Fã do Carnaval de Salvador, ela ainda falou sobre como o "Fofocalizando" a ensinou a se virar frente aos imprevistos. "No começo foi difícil me adaptar a essa rotina, a esse tipo de programa. Mas foi um desafio e eu aprendi muito com isso. Porque estar ao vivo diariamente é muito especial e acaba exigindo coisas de você e mostrando coisas que eu até me surpreendi, que eu achei que não seria capaz de fazer. Aqui em Salvador, por exemplo, no Rio de Janeiro, que a gente não tem a mesma estrutura de São Paulo, que a gente trabalha com link, e aí o link cai e você não tem um retorno, não sabe o que tá acontecendo... e essas situações difíceis acabam exigindo da gente que você improvise, seja criativa".

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